sexta-feira, 11 de setembro de 2009

diário de bordo

Aqui vai um pequeno escrito da viagem acontecida. Nada muito longo, pois os acontecimentos foram muitos e intensos, e levaria horas se fosse contar todos os pormenores. Então aqui vai:

Viagem até Salvador (de ônibus - péssima). Espera no aeroporto, sono, zuação. Viagem até Curitiba, escala, São Paulo, novo vôo. Enfim Curitiba – primeira vez no sul do Brasil. Primeiro passeio de ônibus, e como o transporte aqui funciona bem. Hotel – descanso merecido(hotel legal por sinal). Primeira noite de balada – buate... (risos)... primeira de algumas noites maravilhosamente perdidas. Primeiro (de muitos) beijos. Segundo dia. Acordar mais cedo do que o merecido. Café da manha (delicia). Universidade Positivo – sessão de fotos. Volta para o hotel, descanso. Passeio no shopping – encontro. Segunda noite na balada – hehehe... nem conto como a noite terminou. Terceiro dia. Acordar mais cedo que no primeiro dia. Esperar os retardatários. Almoço no shopping. Passeio no jardim botânico. Volta para o hotel, descanso. Balada de novo, em uma nova balada. Mais beijo, mais diversão, mais curtição. Quarto dia – domingo. Dia comprido, chuva. Grandes passeios – Centro Cívico, Ópera de Arame, Praça do Japão – tudo muito lindo, inesquecível. Tarde de frio, volta para o hotel, descansar mais um pouco. Balada mais calma na noite – apenas um barzinho, sem badalações, mas já com despedidas. Quinto dia – segunda – feriado. Acordar tarde, dia mais frio do passeio. Almoço no shopping, passeio pelo centro – mesmo com chuva. Muitas fotos e risadas em um passeio a quatro. Descanso no hotel. Mais uma noite na balada – ultima balada em Curitiba nessa viagem. Noite melhor impossível. Muitos beijos e saudade. Dormir tarde, acordar cedo. Ultimo dia. Alguns percalços. Chuva em Sampa – aeroporto congestionado. Nostalgia, saudade, felicidade. Palavra de ordem – felicidade.

E esse foi o relato. Quem quiser saber mais que faça uma viagem igual.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

ali e de volta

Estou de partida... não de vez, nem para onde queria ir, mas estou de partida. Sei que é somente uma semana, apenas alguns dias, mas só a sensação de sair da inércia, de estar em outro lugar já satisfaz (em parte) o desejo de ir embora.
Não sei se vocês já sentiram alguma vez, mas sempre tive a sensação de não pertencer ao lugar onde vivo. É a velha estórinha do peixe fora d'água... as vezes é o lugar, outras vezes me sinto fora de tempo... mas sempre me sinto deslocado.
Hoje mesmo vivo bem, melhor do que um tempo atrás, mesmo assim a vontade de não estar mais aqui não me abandona. Poucas coisas me fariam falta - o principal seriam os amigos, mas sei que nao os perderia, levaria eles sempre onde fosse.
De qualquer sorte, uma viagem sempre vem a calhar. Sempre faz renovar o ar dos pulmões e as idéias da mente.
Estou indo, mas semana que vem estarei de volta.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

off

Está tudo muito bagunçado: meu computador, meu quarto, meus planos, minhas idéias e minha vida. Um vento forte passou e revirou as coisas ao redor. Preciso de um tempo para colocar tudo em ordem, para refazer os caminhos. Queria encontrar meu interruptor e desligar nem que seja um instante... se ele realmente existe, queria poder desligar.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

sobre religião


Religião, de fato, não se discute. Cada um tem ou não a sua e pronto. Acreditar ou desacreditar em algo superior, em uma “mão controladora”, em um arquiteto universal, em Deus, ou qual nome mais possa ter, é mais que pessoal, é “intimíssimo”.
Sempre tive um pé atrás com religiões. Desde pequeno sou curioso e questionador- respostas prontas e dogmas nunca foi minha praia. Mesmo assim nunca deixei de acreditar em algo maior tomando conta de tudo isso aqui. Acho o universo em si muito perfeito para ter se criado sozinho, com certeza foi preciso uma centelha divina para que isso tudo saísse do papel.
Esse meu pensamento não é uma verdade posta. Não to convencendo ninguém, muito menos dando provas da existência de Deus, mas é nisso que eu acredito. E mesmo desconfiado, sigo a religião a qual foi apresentado desde pequeno – a católica. Porém, mais do que católico, eu sou Cristão, por que acredito em Cristo e sua mensagem.
Acredito nessa mensagem, porque ela tem uma verdade inquestionável – é preciso amar ao próximo como a si mesmo. Tudo o mais, todo o resto vem desse amor. Se eu amo meu semelhante, eu não mato, eu não ofendo, eu não o roubo, eu não o discrimino, nem o afasto. Eu o trago para perto e simplesmente o amo – com toda sua diferença, com todas nossas desavenças.
Fico assombrado quando vejo alguém usando o nome de Deus para um mal qualquer. E isso ocorreu e ocorre com tanta freqüência que eu nem preciso parar para exemplificar. Contudo fico mais que feliz quando vejo alguém, mesmo aqueles que se dizem ateus, seguindo o ensinamento básico do Mestre que é muito simples – apenas amar.
Fugi um pouco dos meus temas recorrentes e vim falar de religião, ou mais precisamente de Deus, porque to vivendo um momento de retomada – retomada de alguns caminhos que deixei de trilhar lá atrás e que agora apareceram em minha frente novamente.
Estou vivendo um momento mais que especial em minha vida. Um momento de felicidade imensa, de grande paz interior e de muitos projetos. E nada mais justo do que vir aqui falar, e agradecer, ao responsável por tudo isso: meu Pai e meu Mestre – Deus.
Sei que, para alguns que lerão, esse texto soará agudo demais. Talvez nem entendam nada. Mas é como eu disse... é tudo pessoal demais. Cada qual entende suas próprias verdades.
Ao fim, quem sabe um dia eu lhe convide para uma xícara de chá (ou um copo de coca-cola), ai conversaremos longamente sobre essas e outras coisas e nos faremos entender. – Mas isso fica pra outra hora.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

sobre ser jovem


Ser jovem me faz diferente de uma pessoa com mais idade em muitos aspectos, mas acredito que não me faz ser menos sábio. Já disse outra vez, e repito, que sabedoria não se adquire com o tempo. Com ele talvez se ganhe rugas, cabelos brancos, dezenas de outras coisas, mas a “sapiência“ se adquire mesmo é com experiências de vida. E talvez um velho, que tenha vivido oitenta anos, não tenha tido nem a metade de experiências que um jovem de vinte anos já teve. Pergunto então: - quem tem mais sabedoria a compartilhar?
Mudando o tom, lembro-me quando era guri e o tempo custava a passar. Cada dia parecia ter uma infinidade de horas, todas elas vagarosas. O ano se dividia só em dois momentos: o da escola, o mais longo, em que esperávamos ansiosos pelo segundo, o das férias – o melhor e mais curto. E viver era só isso, nada mais. Hoje o mundo acelerou, as horas parecem minutos, e no dia já não cabem mais todas as tarefas. Nós, com tantos papéis a seguir, já não encontramos mais onde encaixar todos nas agendas lotadas. E mesmo que um dia tivesse trinta horas, ainda assim iríamos querer mais.
Aliás, vivemos sempre querendo mais. Mais dinheiro, mais amigos, mais amores, mais contatos no Orkut, mais anos de vida. Contudo, quando temos algo disso a mais, ficamos bobos e não sabemos lidar: gastamos dinheiro com besteira, não temos espaço para todos os amigos, não damos atenção a todos os amores, nem temos disposição para manter contato com todos do Orkut, e corremos da velhice, como diabos da cruz.
Será que realmente sabemos o que queremos ou aonde queremos chegar? – acho que não. Por isso é que muitos jovens, futuros velhos, buscam o “conforto” das drogas, ou a alienação do “não saber”. Para estes, vale mais a pena a degradação física, psíquica e moral, do que a famosa “dor de existir”.
Para mim, também jovem, também futuro velho, vale mais a pena colocar um tênis confortável e correr junto com o tempo. Se há dores nessa maratona, cabe a mim chegar em casa e colocar os pés na água morna, relaxar e cuidar dos calos que ficam.
Assim, quem sabe, vendo a realidade, pensando-a, sentido-a, terei as experiências necessárias. E sendo velho ou jovem, possa dizer que realmente vivo e tenho sabedoria a compartilhar.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

das coisas da vida


Parar para pensar é necessário. Nesse mundo de tanta pressa, onde as horas cada vez passam mais rápido, ainda é preciso pensar na vida.
Admito que faço isso cada vez menos, pois é um luxo perder nem que seja um segundo em reflexões. O imprescindível hoje é fazer, ter, correr - esses são os verbos. Nada de ser, ou pensar, ou sentir.
Os valores mudaram, as pessoas também. E sempre viveremos colocando o peso de nossas culpas em outras coisas - tudo que dá errado é culpa dos outros, do tempo ou do "sistema". É como se não tivéssemos as rédeas de nossa própria carruagem nas mãos.
Vivemos como feras - mulas sem parelha e sem rumo. Buscamos o horizonte, mas não olhamos para o lado ou para dentro de nós mesmos. E então cansamos de nos lamentar, e chorar e se perguntar: - onde isso tudo irá nos levar?
Essa resposta eu não sei, eu também não tenho, e como todos eu ainda sigo procurando. E também como todos eu ainda não encontrei.
É o mal dos tempos. É o mal da vida.

...


"Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas"

quarta-feira, 29 de julho de 2009

flashback


Sabe aquela música, cheiro, imagem? Aquela que te faz viajar, te carrega no colo... na onda dos pensamentos para outro local? – Sabe qual é né?
Pois bem, liguei o rádio dia desses (costume que não tenho), bem no momento “flashback”, a ai foi àquela sessão nostalgia. Literalmente viajei, para uma outra época, revi pessoas que não vejo a muito tempo, me revi, tudo com apenas algumas músicas. Bateu saudade, o coração apertou um pouco, mas logo tratei de guardar tudo de volta na memória. – Guardei sim... por que lá é o lugar delas.
Lembranças são como fios em que vamos amarrando pequenas coisas ao longo do tempo. Alguns amarram muitas coisas – boas e más, outros apenas o que convém, mas todos sempre prendemos algo lá. É tudo uma grande teia, em que pedaços de lembranças se juntam a outras, entrelaçam os fios e se misturam, formando aquilo que é nossa vida, ou pelo menos uma parte dela – o passado.
Mas não vivemos de passado, vivemos sempre o presente. E é por isso que não adianta nada sufocar, chorar e se prender pelo que já passou. O que não foi feito, palavras que não foram ditas, tudo ficou para trás. Arrependimento não carrega ao longo da vida, se sente (por uns minutos no máximo), mas também fica para trás.
A vida é uma estrada que leva só em uma direção – para frente. Olhar para trás é ate possível, mas caminhar de volta não. Cabe a nós manter o passo, mesmo quando a maré estiver contra. Cabe a nos ser o que queremos... sempre.

sábado, 25 de julho de 2009

SELO RECEBIDO


Muito obrigado a quem passa por aqui.

Recebi um selo "ESTE BLOG ME FAZ SORRIR", que posto logo abaixo junto com as regras:

-Fazer referência ao selo e publicá-lo
- Divulgar as regras
- Partilhar cinco coisas que gostamos de fazer
- Indicar 10 blogs a quem se envia o selo
- Informar cada um dos blogs.

EU GOSTO DE LER, ESCREVER, IR AO CINEMA, ESTAR COM MEUS AMIGOS, DE INTERNET (a ordem é aleatória e posso fazer mais de uma coisa ao mesmo tempo)

Selo - ESTE BLOG ME FAZ SORRIR - Entregue pela Nat Valarini do blog http://garotapendurada.blogspot.com

INDICADOS

http://ed-anjos.blogspot.com/
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http://deoutra-forma.blogspot.com/
http://voufazerumconto.blogspot.com/
http://misteriosa-mente.blogspot.com/
http://www.prolixidades.blogspot.com/
http://notasaocafe.wordpress.com/2009/07/24/volkswagen-porsche/#comment-6194

quinta-feira, 23 de julho de 2009

flores de plástico


Odeio flores de plástico.
De que adianta ter uma flor que nunca murcha, mas que também nunca viveu? Imagine uma flor que nunca brotou, que nunca foi regada, que nunca teve seu botão ansiosamente aguardado para ser visto aberto... De que adianta ser flor, e nunca ter sido visitada por uma abelha ou ter sido entregue em um buquê apaixonado.
Odeio flores de plástico. Elas podem até não murchar, mas acumulam uma poeira eterna de momentos não vividos. Não perecem, mas também não deixam a saudade da lembrança de um dia terem existido, ou perfumado um sonho.
O pior é que não há só flores de plástico. Tem gente que tem “vidas” de plástico e nem sabem, ou sabem e não se importam. Essas pessoas existem, até enfeitam algum canto, acumulam a mesma poeira das flores, mas viver de verdade... não, isso não é para elas.
Por isso eu odeio as flores de plástico.